Verbalizar
Traduzir a própria experiência em palavras.
Tutoria online ao vivo, para todo o Brasil · Jovens de 11 a 16 anos · A aula experimental é gratuita
O ofício de aprender · para jovens de 11 a 16 anos
Ou esquece boa parte do que estudou?
O problema mora longe da falta de esforço. Ninguém nunca ensinou ao seu filho o ofício de aprender.
É exatamente esse ofício que a Tutorização de Jovens desenvolve: uma tutoria ao vivo, online, um ou dois encontros por semana, em que um tutor trabalha com o seu filho o modo como ele aprende.
A aula experimental é gratuita. Ela é com o seu filho, e você assiste. Cerca de 1h30 no Google Meet, com 30 minutos finais só com você.
Método Ferramentas da Inteligência, conduzido por Carlos Rabello. Online, para todo o Brasil, desde 2017.
Ele estudou para a prova de história. Sentou, leu, respondeu, foi bem. Três semanas depois o professor retoma o mesmo conteúdo, e o que volta são pedaços soltos.
As horas aconteceram. O que deveria ter ficado delas se perdeu no caminho.
Do seu lado, a conta é outra. Você negocia a lição de casa às nove da noite, lê o boletim linha por linha e já gastou dinheiro com reforço, sem se arrepender do que gastou.
O que falta pra você agora é enxergar o que trava por dentro, antes de escolher o próximo passo.
A escola cobra que seu filho aprenda, e raramente ensina como se faz para aprender. Sem esse ofício, ele fica onde quase todos nós ficamos: na condição de aprendiz amador.
Quando a explicação é clara, o professor é bom e a matéria interessa, o resultado aparece. Só que ele continua dependente das circunstâncias. Quando alguma delas muda, o aprendizado já não acontece com a mesma facilidade.
O aprendiz amador aprende por acidente: às vezes consegue e às vezes não, e não sabe exatamente o que fez para acertar nem o que precisa mudar quando erra.
Ele entra em contato com a informação e fica sem saber como elaborá-la. Boa parte do que aprende tende a se perder, o que sobra fica fragmentado, e mesmo aquilo que sabe pode não vir na hora em que ele precisa.
Reforço, aula particular e plataforma de exercícios partem todos da matéria e explicam de novo, com mais calma. Quando o que falta é a explicação, isso resolve, e resolve bem.
Há problemas que uma nova explicação não alcança. Falta repertório de ferramentas para elaborar e organizar qualquer informação: separar o essencial do acessório, enxergar a estrutura, levar o que se entendeu num caso para um caso novo. Enquanto isso ficar de fora, o reforço melhora o desempenho nesta matéria, neste bimestre, e a condição que produziu o problema continua exatamente onde estava.
Veja o que uma única ferramenta faz. Desenvolva no seu filho a capacidade de sequenciar processos e ele domina a ordem das operações em matemática, a análise sintática em português, o funcionamento do aparelho digestivo em biologia e o encadeamento dos acontecimentos em história.
Uma só habilidade, e já muda tudo isso. Imagine o conjunto inteiro.
É transformar a informação em conhecimento consolidado, que permanece; ordenado, que se encaixa numa estrutura; e recuperável, que vem quando é chamado. Conhecimento com C.O.R.
E o trocadilho é proposital. “De cor” vem do latim cor, coração: saber de cor, no sentido mais pleno da expressão, é carregar o conhecimento consigo. Existe o conhecimento que a pessoa carrega e existe o que ela apenas visitou, e é essa a linha que separa o menino das caixas do menino da biblioteca.
Quem domina esse ofício se torna um mestre do aprendizado. Mestre é quem sabe produzir esse resultado diante de qualquer matéria, problema ou experiência nova.
O alvo aqui é maior do que ajudar seu filho a ir melhor na escola. É prepará-lo para aproveitar melhor a escola.
São seis campos rápidos. A gente te chama no WhatsApp em até 2 horas para combinar o horário.
Com o ofício de aprender acontece a mesma coisa. Estas são as habilidades que o compõem, na ordem em que se constroem.
As ferramentas
Traduzir a própria experiência em palavras.
Identificar os critérios na base do seu pensamento, e criar a ponte entre a experiência concreta e o pensamento abstrato.
Distinguir o essencial do supérfluo para definir qual a natureza de algo.
Ordenar um campo de informações em tipos e subtipos.
Nas suas partes e nas conexões entre elas.
Em que ordem as coisas acontecem, e por que aquela ordem importa.
Ver as partes se influenciando umas às outras ao mesmo tempo.
Reconhecer o que se repete e usar isso diante de um caso novo.
A arte de encontrar caminhos para resolver problemas e alcançar seus objetivos.
Algumas das ferramentas trabalhadas no programa. Cada uma tem exercício próprio, com material concreto na mão do jovem e um tutor conduzindo ao lado.
Numa sala com trinta alunos e quarenta e cinco minutos de aula, é impossível parar no ponto exato em que o pensamento de cada um travou. A matéria segue, a prova chega, e quem travou no terceiro minuto aprende o que dá.
Aqui a gente para exatamente ali: no momento em que o pensamento trava, faz a pergunta que destranca a compreensão e desenvolve na hora a habilidade que faltava.
Sócrates conversava, um a um, até o interlocutor ver por conta própria. Na Idade Média o mestre formava poucos discípulos ao seu lado, e foi assim que se transmitiu quase tudo o que herdamos.
Oxford e Cambridge institucionalizaram esse formato e nunca abriram mão dele. Um tutor, poucos aprendizes, diálogo profundo, intervenção exatamente onde o pensamento acontece.
É por isso que chamamos o que fazemos de tutorização.
Aula particular explica a matéria de novo, para um aluno só. Curso entrega conteúdo para muitos. Tutorização é uma relação pessoal entre quem domina um ofício e quem está aprendendo a exercê-lo.
O que ele passa a ter é conhecimento que fica, se organiza e volta quando é chamado. Na prática, isso aparece assim.
O conhecimento passa a ficar: estudar horas e esquecer em duas semanas deixa de se repetir.
Ele explica com as próprias palavras o que entendeu.
Encara um problema novo sem travar.
Organiza o próprio estudo, sem esperar que alguém organize por ele.
Para, respira e pensa antes de responder.
Ganha autonomia: resolve sozinho, busca a informação, se posiciona.
O aprendizado deixa de ser acidente. Ele sabe o que fazer para chegar ao resultado, e por isso repete o acerto.
E nada disso tem data de vencimento: as ferramentas mentais que se constroem agora servem para a faculdade, para a carreira e para as decisões da vida inteira.
Aqui você está formando um mestre do aprendizado, alguém capaz de aproveitar muito mais tudo o que a escola, a universidade e a vida colocarem diante dele.A nota do bimestre é a menor das coisas que ele leva.
A aula é com o seu filho, e você assiste do começo ao fim.
“Os colegas estão vindo atrás dele para tirar dúvidas de conteúdo.”
Eu tinha muito estresse com as provas dele. Hoje, tenho zero preocupação. Estou vendo muita organização no jeito de estudar, de correr atrás da informação, de se preparar. A confiança dele me deixa chocada: na hora de responder, de resolver exercícios, de se posicionar sobre a matéria. Mudou muito a maneira de se expressar.
Talita, mãe do Gian, 15 anosO Pedro mudou mesmo, inclusive no comportamento. Ele está falando melhor, está conseguindo se expressar melhor. Na escola vai super bem. Ele era um menino muito impulsivo. De uns tempos para cá, ele tem se contido. Parece que respira, pensa. Na maioria das vezes consegue reagir de outro jeito.
Fabiana, mãe do Pedro, 14 anosQuando chegamos ao Carlos, o Lucas sabia o conteúdo das matérias, mas não conseguia processar nem aplicar o que havia aprendido. Depois de seis a oito meses, a melhora foi bastante significativa: no desempenho escolar, na convivência com os colegas, na discussão em sala de aula. Ele passou a se expressar melhor, com confiança. Agora ele consegue tirar notas melhores, socializar melhor e se comunicar com mais clareza. Se não tivesse tido essa oportunidade, o processo de aprendizado não teria o mesmo nível.
Ana Carolina, mãe do Lucas, 14 anosRepare no que essas mães descrevem: organização, autonomia, autocontrole, capacidade de se expressar. Elas estão falando de um filho que passou a aprender de outro jeito. A nota veio junto, como consequência. O que realmente muda é o modo como seu filho pensa e se conduz.
Na prática, é a primeira lição do ofício. Seu filho trabalha um problema real, com um tutor conduzindo, e o pensamento dele começa a operar de um jeito que talvez você nunca tenha visto.
Faço questão de que você, pai ou mãe, esteja na chamada, para ver o processo acontecer na sua frente. Depois, sentamos pra conversar sobre o que você viu. A experiência fala por si.
E essa hora e meia vale por si, mesmo que você decida depois que agora não é a hora. Você sai da chamada com uma aula inteira assistida e com trinta minutos de leitura individual sobre o seu filho, feita por quem acabou de ver como ele pensa.
O boletim te dá a nota. Essa meia hora te dá o que está por baixo dela, que é onde o pensamento do seu filho trava e o que fazer com isso. Você sai sabendo, e não paga nada por isso.
E se você começar o programa e mudar de ideia, aqui não existe fidelidade, multa nem período mínimo. Você interrompe quando quiser.
E não dá pra empurrar com a barriga. Cada bimestre que passa no modelo de aprendiz amador é conteúdo novo entrando por cima de uma base que ninguém construiu, e isso vira trabalho a mais pra recuperar depois.
O ano letivo não espera a sua decisão. Ele segue, com prova, matéria nova e mais um boletim, enquanto a condição que produziu o problema continua exatamente onde estava.
São seis campos rápidos. A gente te chama no WhatsApp em até 2 horas para combinar o horário. Seus dados ficam com a gente. Nada de lista de disparo em massa.
As respostas abaixo são do Carlos. Se ficar alguma pergunta de fora, ela cabe nos 30 minutos finais da aula experimental.
Você pode interromper quando quiser. Aqui não existe fidelidade, multa nem período mínimo, e o programa se sustenta pelo que o seu filho mostra a cada semana. O tempo é o que o trabalho pede: um ofício leva o tempo que leva para se instalar, do mesmo modo que ninguém toca piano em oito semanas. Ana Carolina, mãe do Lucas, viu a mudança ficar significativa entre o sexto e o oitavo mês. Antes disso, o que você enxerga em casa é o jeito de estudar mudando.
Serve, e é um dos casos mais comuns aqui. Nota boa convive muito bem com aprendizado acidental: o resultado aparece, e quem o produziu foi a circunstância. Enquanto ele não souber o que fazer para aprender, cada matéria nova é uma aposta. O ofício de aprender é o que sustenta o desempenho quando a circunstância deixa de ajudar, na faculdade e depois dela.
Não. O programa é educacional, sem laudo e sem rótulo. Ele desenvolve capacidades que a escola pressupõe que o aluno já tenha e quase nunca ensina. Serve para a criança e para o adolescente que estão com dificuldade, e serve para quem já vai bem e pode ir muito além.
A nota é o primeiro sinal que as três mães relataram ver. E o caminho é direto: quando seu filho aprende a sequenciar processos, ele resolve a ordem das operações em matemática, a análise sintática em português, o aparelho digestivo em biologia e o encadeamento dos fatos em história. O trabalho acontece embaixo da matéria, e por isso ele sobe em todas.
O encontro é ao vivo, com um tutor conduzindo e perguntando o tempo todo. Seu filho fala, pensa em voz alta, é interrompido, defende o que disse. Assista à aula experimental e veja o seu filho dentro dela antes de decidir.
Os encontros são individuais ou em pequenos grupos, um ou dois por semana, com cerca de 55 minutos cada, por Google Meet. São conduzidos por tutores formados na metodologia FerrINT e seguem a progressão das ferramentas apresentadas nesta página.
Isto é desenvolvimento, e desenvolvimento acontece ao longo de um processo. A indicação para o seu filho a gente faz depois de conhecê-lo na aula experimental. Para você ter uma referência, o percurso costuma levar de um ano a um ano e meio, dependendo de quantos encontros semanais e do ritmo de cada aluno.
Convivem sem problema. Reforço explica a matéria de novo, o que resolve quando o que falta é a explicação. A tutorização trabalha o jeito como ele estuda qualquer matéria. Os jovens que chegam aqui costumam já ter passado por reforço escolar, e houve quem viesse do Kumon.
Não. A ideia toda é o caminho contrário: você sair de cena aos poucos. Sua presença é necessária na aula experimental e nas conversas com o tutor sobre o percurso do seu filho.
Tem. O programa se apoia em tradições de pesquisa sobre desenvolvimento e aprendizagem: Vygotsky e Galperin sobre a formação das ações mentais, Piaget sobre o desenvolvimento das estruturas do pensamento e, sobretudo, Reuven Feuerstein, cujo Programa de Enriquecimento Instrumental é aplicado e estudado há décadas em dezenas de países. A tese central dele, a de que a inteligência se modifica quando alguém conduz o aprendizado do jeito certo, encontra apoio no que hoje se sabe sobre o cérebro. Uma ressalva que fazemos questão de dizer: desenvolver não elimina diferenças de aptidão, e ninguém aqui promete transformar qualquer criança em gênio. O que se trabalha é a distância, quase sempre grande, entre o que seu filho faz hoje e o que ele é capaz de fazer.
Só na aula experimental, e por um motivo: a melhor forma de entender o que fazemos é ver acontecendo com o seu filho. A experiência mostra o que nenhuma explicação mostraria. Ao longo do processo depois, sua presença não é necessária.
Não existe tarde demais, porque o cérebro é modificável em qualquer idade, e o trabalho acontece com o adolescente do mesmo jeito que acontece com a criança mais nova. O que muda com o tempo é a conta do calendário: cada bimestre no modelo de aprendiz amador empilha conteúdo novo sobre uma base que não foi construída, e isso vira trabalho a mais pra recuperar depois. Começar aos 12 poupa esse retrabalho, e começar aos 15 ainda pega os anos mais decisivos da escola.
Esta página fala com pais de jovens de 11 a 16 anos. O programa atende também crianças mais novas, a partir de 9 ou 10 anos.
O valor depende de o seu filho fazer um ou dois encontros por semana, e a conversa sobre isso acontece nos 30 minutos finais da aula experimental, quando já ficou claro o que ele precisa. É uma mensalidade, ao longo de um percurso que costuma levar de um ano a um ano e meio, e a página não esconde isso de você.
É. Você não paga nada e não assume compromisso nenhum. Você assiste inteira, e a conversa sobre valores só acontece depois, nos 30 minutos finais, se fizer sentido para vocês dois.
Você preenche o formulário, nossa equipe chama você no WhatsApp e combinamos o melhor horário. Respondemos em até 2 horas.
Sou graduado em Filosofia, na Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, e em Pedagogia, com formação em Psicologia, e tenho especialização no Programa de Enriquecimento Instrumental de Reuven Feuerstein, certificada pelo ICELP, em Jerusalém. Passei anos indo às fontes primárias: os pesquisadores russos e israelenses que mapearam como a inteligência de fato se constrói.
Lecionei Theory of Knowledge no International Baccalaureate, coordenei a área de educação médica continuada do Grupo Wissen e atuo em consultoria organizacional. Hoje sou fundador do FerrINT e formo os tutores que atendem o seu filho.
Uma ressalva que fazemos questão de dizer: desenvolver não elimina diferenças de aptidão, e ninguém aqui promete transformar qualquer criança em gênio. O que se trabalha é a distância, quase sempre grande, entre o que seu filho faz hoje e o que ele é capaz de fazer.
Quinze adolescentes recém-chegadas da Etiópia entram numa escola israelense. A maior parte delas nunca tinha frequentado escola na vida. Quatro horas por semana, durante dois anos. Duzentas e vinte horas do programa de Feuerstein.
Um segundo grupo de meninas, na mesma escola, com a mesma história, sem o programa: permaneceu onde estava. E o número que fecha a história: 75,8% é a média dos adolescentes israelenses que estudaram desde sempre. Elas chegaram lá. Em dois anos, partindo de uma vida sem escola.
É esse o programa em que Carlos Rabello se especializou, com certificação do ICELP, em Jerusalém. E é ele quem forma os tutores que atendem o seu filho.
Estudo conduzido por Alex Kozulin, do ICELP. Em Psychological Tools, Harvard University Press, capítulo 5.
Educar, pra mim, é criar as condições para que o seu filho descubra do que é capaz e tome posse da própria inteligência. É uma ideia de educação que vem de Aristóteles e de Tomás de Aquino, e que Mortimer Adler defendeu no século passado: a inteligência se forma pelo exercício, e o papel do mestre é conduzir quem aprende até o conhecimento.Carlos Rabello
A primeira indicação veio de um terapeuta. Ele conheceu o trabalho, avaliou o método e passou a indicar para as famílias que atende. As mães chegaram por esse caminho, e depois passaram a indicar umas às outras.
Quem viu funcionar no próprio filho não indica algo que não entrega.
A escola pode ser uma sequência enfadonha de matérias, provas e anos letivos. Pode também ser um campo fértil em oportunidades de aprendizado. A diferença está em saber aprender.
Duas crianças atravessam os mesmos doze anos. Uma sai tendo cumprido milhares de horas de aula. A outra sai tendo extraído formação delas.
Seu filho está dentro desses doze anos agora. A faixa de 11 a 16 tem cinco anos de comprimento, e o percurso do ofício leva de um ano a um ano e meio.
Quantos desses anos de escola ele ainda atravessa já sabendo aprender é uma conta que só você pode fazer, e ela fica menor a cada semestre que passa.
Ajude seu filho a se tornar um mestre do aprendizado.
Comece pela aula experimental. É de graça, e você sai dela entendendo o seu filho como nunca entendeu.
Tutorização de Jovens, para jovens de 11 a 16 anos, online, em todo o Brasil. Método Ferramentas da Inteligência, conduzido por Carlos Rabello, desde 2017.