Cinco aulas gravadas · acesso perpétuo · sete dias de garantia

Arquitetura Cognitiva · o mapa do método Ferramentas da Inteligência

Faça seu estudo se transformar em conhecimento consolidado, ordenado e acessível na sua memória

O conhecimento não nasce de ler ou de ouvir aulas, mas de como você organiza as informações na sua cabeça.

  • 5 aulas gravadas
  • 5 PDFs de acompanhamento
  • acesso perpétuo
  • 7 dias de garantia
Gravura: um filósofo de barba, de perfil, observa a cidade vista do alto de um mirante

Você faz a sua parte, e o estudo ainda rende pouco

Se você estuda com seriedade, alguma destas já aconteceu:

  • Termina um capítulo, entende cada parte e, ao fechar o livro, não consegue montar o todo.
  • Estuda um assunto por semanas e, na hora de explicar, as palavras não acompanham o que você sabe.
  • Tem uma ideia clara na cabeça, mas ela perde precisão no caminho até a fala ou a escrita.
  • Sabe que um argumento está errado, não consegue apontar onde, e a resposta certa só aparece no banho, horas depois.
  • Acumula grifos e resumos que nunca viram uma estrutura que você consiga usar.

Enquanto isso, a pilha ao lado da cama só cresce, e a frustração cresce junto. O problema costuma estar um degrau antes do conteúdo, nas ferramentas com que você o processa.

Cada um desses tropeços tem nome e endereço

Inteligência vem do latim intelligere, de inter e legere: “ler entre”, ou seja: apreender as relações ou conexões entre os fatos. É dessa maneira que compreendemos o que está acontecendo no mundo.

A palavra descreve algo que se faz. E o que se faz pode-se aprender a fazer melhor.

Ao estudar, esse fazer se divide em operações: observar, comparar, decompor, ordenar no tempo, concluir, dizer. É a isso que chamamos "ferramentas da inteligência".

Por que quase ninguém as treina? Porque a escola ensina conteúdo, e aprendemos as operações por imitação, sem nome, e o que não tem nome não se corrige. Com o nome, cada tropeço ganha endereço: fechar o livro sem montar o todo costuma ser falha de decompor e relacionar.

Essas ferramentas têm mais de dois mil anos e um nome grego

A tradição reuniu os tratados em que Aristóteles organizou o raciocínio sob o nome Órganon, que em grego significa instrumento. O nome do método não é coincidência.

Eles se enquadram naquilo que a filosofia antiga tinha como "exercícios espirituais"; ou seja, uma prática que não só acrescenta habilidades, mas transforma o modo como uma pessoa enxerga o mundo. O Órganon era exatamente isso: exercícios que dão à inteligência uma disposição estável de pensar corretamente e discernir a verdade.

Formar o intelecto e formar o caráter não são trabalhos completamente separados. Quem se acostuma a examinar os próprios juízos, notar contradições, distinguir o que sabe do que apenas supõe e procurar as causas das coisas desenvolve disposições que podem mudar a sua maneira de viver.

Cinco aulas não formam um caráter. Entregam o mapa dessa formação.

Carlos Rabello de perfil, olhando para a esquerda, em luz baixa

Um curso para dominar todos os cursos

Exercício não entra na pilha. Este curso não acrescenta um assunto ao que você estuda: apresenta as operações com que você estuda todos eles.

O efeito aparece no próximo livro, que vira o lugar do exercício. No terceiro capítulo, você nota que o autor transformou três casos numa regra universal, e sabe apontar o exemplo que a derruba.

O mapa dos exercícios, da gramática à dialética

Aula 1

A arquitetura da inteligência

O quadro geral: a inteligência como sistema de habilidades, da observação à ação. Como aprendemos e por quê.

Acumula grifos e resumos que nunca viram uma estrutura que você consiga usar.

Aula 2

As quatro formas da verbalização

Relato, narrativa, descrição e personificação organizam a mesma experiência de modos diferentes. Conhecimento que não se apoia na experiência é abstração vazia, mas para isso é preciso saber DIZER a experiência.

Estuda um assunto por semanas e, na hora de explicar, as palavras não acompanham o que você sabe.

Tem uma ideia clara na cabeça, mas ela perde precisão no caminho até a fala ou a escrita.

Aula 3

As habilidades de análise

Hora de dominar as abstrações. Decompor pela estrutura e pelo processo, comparar com critério, classificar e definir. É o repertório de que você precisa para organizar a informação na sua cabeça.

Termina um capítulo, entende cada parte e, ao fechar o livro, não consegue montar o todo.

Aula 4

Orientação cronotópica, no tempo e no espaço, e lógica

Situar fatos no tempo e no espaço, reconhecer padrões, ir do particular ao universal e vice-versa. Como as operações mentais que vimos ganham expressão sob a forma de discurso lógico.

Sabe que um argumento está errado, não consegue apontar onde, e a resposta certa só aparece no banho, horas depois.

Aula 5

Retórica e dialética

Os discursos poético, lógico, dialético e retórico, e o que compõe uma situação de persuasão. Num debate ou numa reunião, você separa o argumento do apelo ao público.

Um material para voltar sempre que um livro ou uma discussão pedir

  • 5 aulas gravadas, na ordem do mapa.
  • 5 PDFs de acompanhamento, um por aula.
  • Acesso perpétuo, sem assinatura.

É para quem:

  • investe em livros e cursos e sente que aproveita pouco do que estuda;
  • prefere analisar um argumento a simplesmente concordar ou discordar dele;
  • quer entender como aprende e como raciocina, como parte da própria formação.
Carlos Rabello em plano fechado, mão apoiada no rosto

Um mapa feito por quem aplica Feuerstein há mais de uma década

Carlos Rabello é formado em Filosofia, com complementação em Psicologia e Educação. Por volta de 2010 começou a aplicar a abordagem de Reuven Feuerstein, o psicólogo que sustentou que a capacidade cognitiva pode ser modificada pela mediação.

A ela juntou a tradição da gramática, da lógica, da retórica e da dialética, praticada como exercício. Daí nasceu o método Ferramentas da Inteligência; Arquitetura Cognitiva é a porta de entrada.

O que mudou para quem fez o programa completo

Os relatos abaixo são de alunos do programa completo Ferramentas da Inteligência. Não se referem às cinco aulas de Arquitetura Cognitiva; mostram a profundidade do trabalho de onde elas saem.

Retrato de Marco Aurélio
“Aprender a pensar sobre o próprio pensamento não tem preço.”

O contato com esse método fez uma diferença crucial na minha vida e no meu negócio de copywriting. Antes, eu tinha muito menos expectativa para o futuro; hoje, penso com clareza em termos de processos e dinheiro. Pela primeira vez na vida, me sinto realmente confiante para seguir em frente.

Marco Aurélio · Copywriter
Retrato de Débora
“Tornou minhas intervenções clínicas muito mais cirúrgicas.”

Como psicóloga, eu já tinha bagagem sobre comportamento humano, mas esse método me trouxe um entendimento muito mais profundo sobre como as pessoas pensam para resolver problemas. Passei a ver com clareza como meus pacientes ficam presos em determinados ciclos, por falta de critérios para avaliar as próprias escolhas.

Débora · Psicóloga
Retrato de Léo Fiuza
“Ganhei uma lucidez para analisar problemas e decidir que eu não tinha.”

Como médico, minha formação foi 100% voltada para diagnóstico. Conheci o método numa palestra sobre estados de cognição. Conforme você executa os exercícios, constrói um conhecimento totalmente diferente do que imaginava. Isso me deu um profundo autoconhecimento e clareza sobre as minhas próprias decisões.

Léo Fiuza · Médico e Empresário

O mapa inteiro pelo preço de um livro

O investimento fica perto do preço de um livro de não ficção, com uma diferença: este muda a maneira como você lê os próximos.

R$ 47,90

Quero acessar as cinco aulas

Pagamento pela Hotmart · acesso perpétuo

SETE DIAS DE GARANTIA · SETE DIAS DE GARANTIA · 7 DIAS

Primeiro você assiste, depois você decide

Você tem sete dias a partir da compra para assistir às aulas e ver se a proposta serve ao seu estudo. Se concluir que não era o que esperava, peça o reembolso pela Hotmart dentro do prazo. O risco da decisão fica conosco.

Cada livro lido antes de dominar essas operações é estudo que não se consolida

Você pode fazer o de sempre: mais um livro, mais um curso e, daqui a um ano, uma pilha maior com a mesma sensação. Ou pode começar pelos exercícios que, desde Aristóteles, formam quem estuda.

O livro que está na sua mesa agora vai ser lido com as operações que você tiver quando abri-lo. A pilha pode esperar.