Aula 1
A arquitetura da inteligência
O quadro geral: a inteligência como sistema de habilidades, da observação à ação. Como aprendemos e por quê.
Acumula grifos e resumos que nunca viram uma estrutura que você consiga usar.
Cinco aulas gravadas · acesso perpétuo · sete dias de garantia
Arquitetura Cognitiva · o mapa do método Ferramentas da Inteligência
O conhecimento não nasce de ler ou de ouvir aulas, mas de como você organiza as informações na sua cabeça.
Se você estuda com seriedade, alguma destas já aconteceu:
Enquanto isso, a pilha ao lado da cama só cresce, e a frustração cresce junto. O problema costuma estar um degrau antes do conteúdo, nas ferramentas com que você o processa.
Inteligência vem do latim intelligere, de inter e legere: “ler entre”, ou seja: apreender as relações ou conexões entre os fatos. É dessa maneira que compreendemos o que está acontecendo no mundo.
A palavra descreve algo que se faz. E o que se faz pode-se aprender a fazer melhor.
Ao estudar, esse fazer se divide em operações: observar, comparar, decompor, ordenar no tempo, concluir, dizer. É a isso que chamamos "ferramentas da inteligência".
Por que quase ninguém as treina? Porque a escola ensina conteúdo, e aprendemos as operações por imitação, sem nome, e o que não tem nome não se corrige. Com o nome, cada tropeço ganha endereço: fechar o livro sem montar o todo costuma ser falha de decompor e relacionar.
A tradição reuniu os tratados em que Aristóteles organizou o raciocínio sob o nome Órganon, que em grego significa instrumento. O nome do método não é coincidência.
Eles se enquadram naquilo que a filosofia antiga tinha como "exercícios espirituais"; ou seja, uma prática que não só acrescenta habilidades, mas transforma o modo como uma pessoa enxerga o mundo. O Órganon era exatamente isso: exercícios que dão à inteligência uma disposição estável de pensar corretamente e discernir a verdade.
Formar o intelecto e formar o caráter não são trabalhos completamente separados. Quem se acostuma a examinar os próprios juízos, notar contradições, distinguir o que sabe do que apenas supõe e procurar as causas das coisas desenvolve disposições que podem mudar a sua maneira de viver.
Cinco aulas não formam um caráter. Entregam o mapa dessa formação.
Exercício não entra na pilha. Este curso não acrescenta um assunto ao que você estuda: apresenta as operações com que você estuda todos eles.
O efeito aparece no próximo livro, que vira o lugar do exercício. No terceiro capítulo, você nota que o autor transformou três casos numa regra universal, e sabe apontar o exemplo que a derruba.
Aula 1
O quadro geral: a inteligência como sistema de habilidades, da observação à ação. Como aprendemos e por quê.
Acumula grifos e resumos que nunca viram uma estrutura que você consiga usar.
Aula 2
Relato, narrativa, descrição e personificação organizam a mesma experiência de modos diferentes. Conhecimento que não se apoia na experiência é abstração vazia, mas para isso é preciso saber DIZER a experiência.
Estuda um assunto por semanas e, na hora de explicar, as palavras não acompanham o que você sabe.
Tem uma ideia clara na cabeça, mas ela perde precisão no caminho até a fala ou a escrita.
Aula 3
Hora de dominar as abstrações. Decompor pela estrutura e pelo processo, comparar com critério, classificar e definir. É o repertório de que você precisa para organizar a informação na sua cabeça.
Termina um capítulo, entende cada parte e, ao fechar o livro, não consegue montar o todo.
Aula 4
Situar fatos no tempo e no espaço, reconhecer padrões, ir do particular ao universal e vice-versa. Como as operações mentais que vimos ganham expressão sob a forma de discurso lógico.
Sabe que um argumento está errado, não consegue apontar onde, e a resposta certa só aparece no banho, horas depois.
Aula 5
Os discursos poético, lógico, dialético e retórico, e o que compõe uma situação de persuasão. Num debate ou numa reunião, você separa o argumento do apelo ao público.
É para quem:
Carlos Rabello é formado em Filosofia, com complementação em Psicologia e Educação. Por volta de 2010 começou a aplicar a abordagem de Reuven Feuerstein, o psicólogo que sustentou que a capacidade cognitiva pode ser modificada pela mediação.
A ela juntou a tradição da gramática, da lógica, da retórica e da dialética, praticada como exercício. Daí nasceu o método Ferramentas da Inteligência; Arquitetura Cognitiva é a porta de entrada.
Os relatos abaixo são de alunos do programa completo Ferramentas da Inteligência. Não se referem às cinco aulas de Arquitetura Cognitiva; mostram a profundidade do trabalho de onde elas saem.
“Aprender a pensar sobre o próprio pensamento não tem preço.”Marco Aurélio · CopywriterO contato com esse método fez uma diferença crucial na minha vida e no meu negócio de copywriting. Antes, eu tinha muito menos expectativa para o futuro; hoje, penso com clareza em termos de processos e dinheiro. Pela primeira vez na vida, me sinto realmente confiante para seguir em frente.
“Tornou minhas intervenções clínicas muito mais cirúrgicas.”Débora · PsicólogaComo psicóloga, eu já tinha bagagem sobre comportamento humano, mas esse método me trouxe um entendimento muito mais profundo sobre como as pessoas pensam para resolver problemas. Passei a ver com clareza como meus pacientes ficam presos em determinados ciclos, por falta de critérios para avaliar as próprias escolhas.
“Ganhei uma lucidez para analisar problemas e decidir que eu não tinha.”Léo Fiuza · Médico e EmpresárioComo médico, minha formação foi 100% voltada para diagnóstico. Conheci o método numa palestra sobre estados de cognição. Conforme você executa os exercícios, constrói um conhecimento totalmente diferente do que imaginava. Isso me deu um profundo autoconhecimento e clareza sobre as minhas próprias decisões.
O investimento fica perto do preço de um livro de não ficção, com uma diferença: este muda a maneira como você lê os próximos.
Você tem sete dias a partir da compra para assistir às aulas e ver se a proposta serve ao seu estudo. Se concluir que não era o que esperava, peça o reembolso pela Hotmart dentro do prazo. O risco da decisão fica conosco.
Você pode fazer o de sempre: mais um livro, mais um curso e, daqui a um ano, uma pilha maior com a mesma sensação. Ou pode começar pelos exercícios que, desde Aristóteles, formam quem estuda.
O livro que está na sua mesa agora vai ser lido com as operações que você tiver quando abri-lo. A pilha pode esperar.